Casos de uso de Node.js

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Node.js, segundo o próprio site, é:

Node.js® is a platform built on Chrome’s JavaScript runtime for easily building fast, scalable network applications. Node.js uses an event-driven, non-blocking I/O model that makes it lightweight and efficient, perfect for data-intensive real-time applications that run across distributed devices.

Traduzindo: é um framework baseado na engine (motor) V8 do Chrome, para rodar Javascript, para construir aplicações rápidas e escaláveis. É, portanto, um framework server-side. Um detalhe que chama a atenção é que o Node.JS é “não-bloqueante”. Para entender o que é isso, separei alguns links, aqui e aqui.

Já esse link aqui, fala de 6 motivos para usar o Node.JS. Na editora Casa do Código, que, aliás, eu recomendo, há um livro sobre. A versão digital (e-book), custa R$ 29,90.

Tá, mas o post se chama “Casos de uso do Node.js”, onde estão os exemplos? Calma, já chegaremos lá. Pesquisando, encontram-se alguns casos de usos bem interessantes. O principal, diria eu, é o Paypal. Mas há exemplos brazucas bem interessantes. Vamos a eles:

Paypal: O Paypal utilizava uma solução baseada em Java/JSP no seu back-end. Decidiram reformular o sistema, migrando para Node.JS, conforme explicado neste artigo do Infoq: http://www.infoq.com/br/news/2013/12/paypal-java-javascript

Também há essa apresentação, em inglês, sobre essa migração: http://www.infoq.com/presentations/javascript-nodejs-paypal

Pagar.me: Para quem não conhece, a Pagar.me é uma empresa brasileira de pagamentos online (tal qual o Paypal), criada por dois jovens (Pedro Franceschi e Henrique Dubugras) que podem ser chamados de gênios (sério, procura no Google sobre eles). E a média de idade do resto da equipe mantém o padrão: https://pagar.me/equipe/. Um dos fundadores fez essa palestra, na RuPy Brazil 2013, sobre o porquê deles usarem Node.JS. Vale conferir:

Além disso, o LinkedIn utiliza Node.JS também, e vários outras empresas relevantes. Uma lista mais geral pode ser encontrada aqui. Apesar do Node.JS ser relativamente novo (é de 2009) já conquistou uma parcela interessante do mercado. Há seus defeitos e críticas, sim, mas vale acompanhar sua evolução.